domingo, 1 de agosto de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
COM DIALOGO, A CAMINHO DA PARCERIA - AÇÃO SOCIAL

Prefeito: Capitão Lener Ribeiro
Aniversário 23 de março
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Diretoria de Promoção Social
Diretora: Claudete Chaves
Aniversário 15 de junho
Fone: (11) 4687-1050
E-mail: http://suas@saolourencodaserra.sp.gov.br
A CAMINHO DO AUTOSUSTENTAMENTO

Nosso objetivo é atender as demandas por plantio de árvores nativas, ornamentais e frutíferas, em domicílios, empresas e áreas públicas urbanas ; em pequenas, médias e grandes propriedades rurais, primando pela qualidade, prazo e adequação as leis e normas ambientais vigentes.
Nossa equipe conta com profissionais de alto gabarito, nas áreas de paisagismo, engenharia agronômica, ambiental e de sistemas.
Colaboramos também com projetos sócio-ambientais, visando melhorar a qualidade de vida das comunidades tradicionais e a preservação ambiental. Colabore você também, entre em contato. MENCIONAR A "ASSOCIAÇÃO FRATERNAL SERVOS DOS POBRES"
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
DESTAQUES - MNPR/AFSP
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
www.cesep.org.br
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
PROJETO DO PÓLIS BUSCA ARTICULAR MORADORES DE RUA
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Duas visões de mundo se confrontam em Copenhague
Tanto o aquecimento global quanto as perturbações da natureza e a injustiça social mundial são tidas como externalidades, vale dizer, realidades não intencionadas e que por isso não entram na contabilidade geral dos estados e das empresas. Finalmente o que conta mesmo é o lucro e um PIB positivo. Mas estas externalidades se tornaram tão ameaçadoras que estão desestabilizando o sistema-Terra, mostrando a falência do modelo econômico neoliberal e expondo em grave risco o futuro da espécie humana. O artigo é de Leonardo Boff.
Data: 19/12/2009
Em Copenhague nas discussões sobre as taxas de redução dos gases produtores de mudanças climáticas, duas visões de mundo se confrontam: a da maioria dos que estão fora da Assembléia, vindo de todas as partes do mundo e a dos poucos que estão dentro dela, representando os 192 estados.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
O compromisso que vale a pena ser mantido
“Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade”.
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Por Hamilton Octavio de Souza
Aprovada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 61 anos, é uma importante referência para a maior parte dos povos do mundo, mas, ainda, não passa de uma bela declaração de intenções – e não um fato concreto na vida das pessoas, inclusive no Brasil.
A declaração nasceu sob o impacto da Segunda Guerra Mundial, durante aquela situação de barbárie responsável pela morte de milhões de pessoas, não apenas nos campos de batalha, mas principalmente nos campos de extermínio do nazismo, sob o bombardeio das cidades e dizimados pelas bombas atômicas lançadas pelos Estados Unidos em Hiroshima e Nagasaki.
Além disso, o mundo sabia – em 1948 – que a única forma de construir uma nova situação de paz e bem-estar para o conjunto da humanidade seria o estabelecimento de um pacto mínimo de respeito aos direitos básicos e fundamentais de todos os cidadãos, independentemente de raça, cor, credo e posição política. Esperava-se que a Declaração Universal dos Direitos Humanos pudesse ser aplicada e concretizada na face da Terra.
Agora, 61 anos depois, tanto no plano internacional das relações entre países, quanto no plano interno de cada país, é possível verificar que ainda falta muito para avançar na direção dos compromissos definidos na DUDH. O que as tropas dos Estados Unidos fazem na invasão do Iraque e do Afeganistão, e com os sequestros e torturas praticados na base militar de Guantánamo, são inconcebíveis na ótica dos direitos humanos.
Da mesma forma, sob a hegemonia do sistema capitalista neoliberal foram derrubados inúmeros benefícios trabalhistas e sociais conquistados ao longo da segunda metade do século 20. Hoje, o Artigo 23 da Declaração não passa de uma promessa vazia, esquecida pelos governantes e inviabilizada pelo poder econômico: “Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições eqüitativas e satisfatórias de trabalho e à proteção contra o desemprego”.
O mais contraditório de tudo é que a humanidade aprimorou o seu conhecimento tecnológico e produz hoje alimentos e bens suficientes para proporcionar uma vida digna para todos. No entanto, o que gera a desigualdade, a concentração da riqueza produzida, a abundância de uma minoria e a carência de muitos é a ganância – a visão das elites em manter seus privilégios a qualquer custo, mesmo que à sua volta exista um mar de miséria e de abandono.
Por isso mesmo o Artigo 25 de Declaração também é uma promessa: “Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade”.
Finalmente vale lembrar que aqui, no Brasil, uma das propostas da DUDH, essencial para a realização da vida de todo ser humano, continua distante de boa parte das pessoas: é a que está contemplada no Artigo 26, que assegura o direito à educação, tanto no ensino elementar quanto no ensino superior. Como falar em respeito aos direitos humanos se ainda existem milhões de analfabetos no Brasil, o tempo de escolaridade é baixíssimo e a falta de ensino superior público e gratuito restringe o futuro da maioria dos jovens?
É hora de o Brasil levar a sério o que assinou há 61 anos. Pelo menos isso!
Hamilton Octavio de Souza é jornalista, editor da Caros Amigos e professor da PUC-SP-- Ousar lutar, ousar vencerCarlos LamarcaÉ preciso não ter medo, é preciso ter a coragem de dizerCarlos Marighella
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
VAMOS ASSISTIR O VIDEO?
O mundo precisa de paz, precisa do amor, que é o mais belo e imprescindível sentimento do qual somos capazes. Ao invés de esperarmos que o mundo ...
entre no: YOU TUBE
digite a palavra "servos dos pobres"
boa reflexão, PAZ
domingo, 6 de dezembro de 2009
MENSAGEM - A FELICIDADE
Um amigo meu, chamado Paulo, ganhou um automóvel de presente de seu irmão, no Natal.
Na noite de Natal, quando Paulo saiu de seu escritório, um menino de rua estava andando em volta do reluzente carro novo, admirando-o.
- Este carro é seu, senhor? - ele perguntou.
- Sim, meu irmão me deu de Natal...
O garoto ficou boquiaberto.
- Quer dizer que foi um presente de seu irmão, e não lhe custou nada? Rapaz, quem me dera... Ele hesitou.
É claro que Paulo sabia que ele ia desejar ter um irmão como ele. Mas o que o garoto disse chocou tanto a Paulo, que ele ficou desarmado.
- Quem me dera - continuou o garoto - eu ser um irmão como esse!
Paulo olhou o garoto com espanto, e então, carinhosamente, perguntou:
- Você gostaria de dar uma volta no meu automóvel?
- Ó, sim, eu adoraria!
Depois de uma voltinha, o garoto virou-se e, com os olhos incandescentes, disse:
- O senhor se importaria de passar em frente à minha casa?
Paulo sorriu. Pensou que soubesse o que o menino queria. Ele queria mostrar para os vizinhos que podia chegar em casa num carrão. Mas Paulo estava, novamente, enganado.
- Pode parar em frente daqueles dois degraus? - perguntou o garoto.
Após ter parado, ele subiu, correndo, os degraus da pequena casa em que vivia.
Passados alguns momentos, Paulo viu-o retornar vagarosamente, pois carregava seu irmãozinho paralítico no colo. Sentou-o no degrau inferior, abraçou fortemente e apontou para o carro.
- Aí está o carro, amigão, exatamente, como eu te contei lá em cima. O irmão desse moço deu o carro a ele, de presente de Natal. Não lhe custou nem um centavo. Algum dia eu também vou te dar um igual. Então, você poderá ver com seus próprios olhos, as vitrines de Natal e todas as coisas bonitas sobre as quais eu venho tentando lhe contar.
Paulo saiu do carro e colocou o menino paralítico no banco da frente. O irmão mais velho, com os olhos brilhando, sentou-se no banco traseiro, e os três deram uma volta pelas ruas.
A felicidade é muito maior
quando proporcionamos
um pouco da nossa
a alguém!
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Dificuldades na assistência - na CIDADE DE SÃO PAULO
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091115/not_imp466586,0.php
A rede de assistência social da cidade de São Paulo está num processo de desgaste provocado pelos atrasos nos repasses de recursos e pela redução das verbas do poder público destinadas à assistência social. Entre 2005 e 2008, a administração municipal aumentou em 120% os recursos destinados às
entidades conveniadas às quais a rede fora entregue. A intenção era descentralizar, melhorar e democratizar o atendimento. Em contrapartida, o total de assistidos cresceu, no período, 50%.
Hoje, há aproximadamente 360 entidades conveniadas com a Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS) que, através de quase mil contratos, atendem pelo menos 165 mil pessoas. Muitas, no entanto, ameaçam fechar as portas e suspender os convênios firmados com a Prefeitura porque não têm mais como suportar sozinhas o ônus resultante dos dissídios salariais e da inflação sobre os produtos necessários para o atendimento dos carentes nos albergues, casas de recuperação de adolescentes, de crianças abandonadas e vítimas de violência, centros de convivência, núcleos para pessoas com deficiências, entre outros.
Nos últimos dois anos, os gastos subiram 19% enquanto o orçamento municipal para a rede de proteção social permaneceu congelado. Resultado: 4.877 profissionais foram demitidos no setor, a fila de espera por atendimento nas entidades conveniadas é de pelo menos 100 mil pessoas e, em muitas regiões, a qualidade da assistência decaiu.
Está em marcha, portanto, o desmanche de um modelo de parceria que, bem gerido, é apontado como a melhor fórmula para o atendimento público à saúde, à cultura e à assistência social. As parcerias flexibilizam a operação, descentralizam a gestão, elevam a eficiência e reduzem o custo. Mas é preciso que as entidades conduzam os serviços com incentivos e fiscalização da administração municipal, que, por sua vez, deveria fazer cumprir um contrato de gestão, com metas definidas de atendimento e qualidade.
A administração competente desse modelo no período de 2005 a 2008 assegurou agilidade no atendimento, inspirando-se em conceitos e procedimentos da gestão privada. Ficou evidente, nesses anos, que o contingente de crianças pedintes nas ruas parou de aumentar, assim como o número de moradores de ruas.
Hoje, porém, a SAS, parece ter perdido a noção do seu papel e da sua responsabilidade nesse sistema. Em entrevista ao Estado, publicada há dias, a chefe de gabinete da secretaria, Maria Luiza Gomes de Azevedo, afirmava que "é necessária uma contrapartida financeira das organizações". Ora, se as entidades assumem função do governo municipal, no atendimento da rede e gerenciamento das suas unidades, o mínimo que a Prefeitura tem a fazer é assegurar os custos desse atendimento. "Nossa boa vontade é limitada pelas nossas restrições financeiras", disse a chefe de gabinete ao explicar as razões do congelamento de recursos. O bom funcionamento da rede de proteção social não pode se alicerçar apenas em boa vontade, mas depende da competência na implantação de uma política que oriente os convênios, incorporando os princípios da Lei Orgânica de Assistência Social (Loas) e defendendo os direitos dos que a ela recorrem.
Os fundamentos da parceria que a administração pública estabelece com as instituições filantrópicas se centram na permanente busca dos melhores resultados, pela ação em rede, pela avaliação constante do desempenho e pela transparência nas iniciativas e relações estabelecidas.
O Fórum da Assistência Social (FAS) reivindica recursos para cobrir os reajustes com os quais as entidades arcaram sozinhas, uma 13ª parcela nos convênios firmados e fim dos atrasos nos repasses. Na Câmara Municipal, pressionam os vereadores para ampliar as verbas destinadas ao setor no Orçamento 2010. Hoje, os recursos totais à disposição da rede, somando verbas municipais e repasses estaduais e federais, atingem R$ 704 milhões. O dobro seria necessário para obter a qualidade satisfatória do serviço prestado.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
NOSSOS AGRADECIMENTOS À BRICO BREAD QUE NOS AJUDA EM FAZER "GENTE FELIZ"


terça-feira, 27 de outubro de 2009
OBJETIVO DO PROCESSO TERAPÊUTICO
Já dizia Santo Agostinho de nada adianta o homem conhecer e mundo inteiro e não conhecer a sua própria alma.
viste o site: http://www.psicologaangelamarthas.com/
domingo, 18 de outubro de 2009
A MENSAGEM DE VIKTOR FRANKL
Obr.
ATT,
ANGELA
domingo, 27 de setembro de 2009
SÂO VICENTE DE PAULO - CONFESSOR
(+ Paris, 1660)
Foi o fundador da Congregação da Missão e, juntamente com Santa Luísa de Marillac, das Irmãs da Caridade. Sua vida é tão movimentada que faz lembrar uma obra de ficção. Nasceu de uma família muito pobre em Landes, França; quando menino guardou porcos, e só pôde completar seus estudos porque auxiliado por uma advogado caridoso, cujos filhos ajudou a educar ao mesmo tempo em que ele próprio estudava. Ordenado sacerdote aos 19 anos, passou a dar aulas particulares para se manter. Durante uma viagem marítima, caiu prisioneiro de piratas maometanos e foi conduzido à África, como escravo. Foi comprado por um médico árabe que lhe ensinou os segredos da medicina, e em troca São Vicente o converteu à Fé católica. Conseguindo retornar à França, empenhou-se na prática da caridade cristã, tanto espiritual quanto corporal, chegando a ter grande penetração na Corte. Foi capelão e conselheiro da rainha Margarida de Valois e prestou assistência ao rei Luís XIII moribundo. Fez parte do Conselho da Regência, durante a menoridade de Luís XIV, e exerceu grande influência sobre a rainha Ana d`Áustria. Fortunas espantosas, provenientes de coletas entre a alta nobreza, passavam por suas mãos e eram distribuídas aos necessitados de toda a França, sem em nada alterar sua nobreza e simplicidade. Aos próprios parentes, pobres e necessitados, nunca quis favorecer, confiando-os à Divina Providência. Recebeu um benefício eclesiástico muito rendoso, que lhe assegurava uma vida sem preocupações econômicas, mas renunciou a ele, por achar que não era conveniente para sua santificação. Aproveitou a enorme influência política que desfrutava pra conseguir a nomeação de Bispos virtuosos, dispostos a promover na França uma salutar reforma e a combater os erros do jansenismo. Incentivou a idéia de uma expedição armada contra a Inglaterra protestante que proibia, sob pena de morte, a atuação dos católicos em seu reino. Morreu em 1660, cercado da consideração geral, e foi canonizado em 1737.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
19/08/2009 - DIA NACIONAL DE LUTA DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA
Cinco anos do massacre de pessoas em situação de rua no Centro de São Paulo
Entre os dias 19 e 22 de agosto de 2004, 15 pessoas foram violentamente atacadas enquanto dormiam nas ruas no Centro da cidade, sendo que 7 delas morreram. Posteriormente, no dia 23 de maio de 2005, uma testemunha do massacre foi morta por policiais militares. Organizações e movimentos sociais estão juntos no dia de hoje para denunciarem a morosidade, o descaso, a omissão das autoridades na punição dos culpados.
Repudiamos as ações higienistas que confundem pessoas em situação de rua com aquelas que atuam ilicitamente na cidade como a ação realizada pela Polícia Militar, no dia de ontem, 18 de agosto, no Parque Dom Pedro II. Ao invés de políticas públicas, a repressão e a violência têm sido frequentes com o objetivo de expulsar as pessoas em situação de rua do centro da cidade,
Não é de se estranhar a sintonia da reportagem veiculada na Veja São Paulo (Edição 2126 nº. 33 de 19 de agosto - Profissão Mendigo) com conteúdos que revelam a falta de respeito e de ética e que acentuam o preconceito. Uma matéria que mais confunde e julga do que esclarece os processos sociais da pobreza. Quais as motivações que levaram a revista a publicar esta matéria justamente na semana em memória do massacre de 2004?
Lutamos:
· Contra a impunidade e pela apuração e punição dos culpados;
· Pelo fim de toda forma de violência nas ruas, inclusive a policial;
· Por políticas públicas de trabalho, habitação, saúde e educação para as pessoas em situação de rua.
Ato organizado pelo Fórum Permanente de Acompanhamento das Políticas Públicas para a População em Situação de Rua constituído por fóruns, organizações e movimentos sociais, em especial, pelo Movimento Nacional da População de Rua – Comissão de São Paulo.
Anderson Lopes Miranda Movimento Nacional da População de Rua -SP 011 7603-8719 OU 7551-3218
011-2111-1864 comercial
domingo, 16 de agosto de 2009
ROSTO AMAZÔNICA DA IGREJA
domingo, 9 de agosto de 2009
A CARTILHA DA ÁGUA
DICAS PARA A PRESERVAÇÃO DAS ÁGUAS
O bom uso da água .
De toda a água doce existente na Terra, quase tudo vai para a agricultura e as indústrias. Para os seres humanos sobra pouco. Sabendo usar a água, sem desperdício, você já está ajudando.
Não permita que joguem lixo perto ou dentro da água.
Água contaminada, usada pelas pessoas, traz doenças e prejudica todo mundo. Faça a sua parte: não permita que joguem o lixo perto de qualquer água, rio, poço, lagoa, nascente.
Cuidado com o esgoto
Quem joga na rua lixo e esgoto distribui sujeira e doença para a própria família, os vizinhos e a comunidade. Faça a sua parte: escolha um lugar certo para o lixo e para o esgoto.
Separe os restos de comida.
Restos de comida podem ser enterrados para adubar a terra e evitar doenças. Papel, plástico e latas podem ser usados de novo ou vendidos. Faça a sua parte: acostume-se a separar o lixo.
Deixe os rios e as árvores em paz .
Rios poluídos prejudicam a saúde de todo mundo. A mata e a vegetação ajudam a manter os rios limpos. Faça a sua parte: proteja a natureza para que ela te proteja.
A PRESERVAÇÃO DE NOSSOS DIREITOS
Tenha mais cuidados, para ter mais saúde
Hospitais e postos de saúde estão cheios de pessoas doentes por falta de cuidados com água, esgoto e lixo. Faça a sua parte: tome cuidados. Que tal deixar o serviço médico para quem realmente precisar ?
Colabore com campanhas públicas.
Quando você colabora, todo mundo sai ganhando (você, sua família, seus vizinhos, a comunidade, a cidade). Faça a sua parte: participe e chame os outros para ajudar.
Exija que respeitem seus direitos
Água encanada, rede de esgoto e coleta de lixo são direitos seus e dever do governo. Faça a sua parte: vá ao governo da sua cidade, junto com seus vizinhos e os líderes comunitários, exigir seus direitos.
Procure conhecer as leis
O Brasil tem as melhores leis ambientais do mundo, que não são cumpridas porque poucas pessoas conhecem as leis e os direitos. Faça a sua parte: procure saber mais sobre seus direitos.
Procure ajuda sempre que precisar
Agrupando organizações sociais, advogados populares e o Ministério Público Federal foi criada a DEFENSORIA DA AGUA para ajudar a quem precisa. Faça a sua parte: nós faremos a nossa.
A POLUIÇÃO TE INCOMODA?
70% do consumo da água provem de atividades agrícolas;
20% do consumo da água provem de atividades industriais;
Depois de usada, a água, normalmente retorna à natureza sem ser limpa. Com isso os 10% restantes que são destinados ao consumo humano ficam prejudicados.
PORQUE SEMPRE CULPAM O POVO PELA DEGRADAÇÃO?
Quando há ameaça de falta de água ou explicações para os rios estarem poluídos, a culpa sempre recai sobre as pessoas que não controlam o consumo ou despejam esgotos sem tratamento, omitindo que quem mais consome é que mais degrada.
Além disso é importante lembrar: grande parte dos produtos industrializados para o consumo humano são produzidos com materiais que não se degradam com facilidade e muitas vezes contém elementos químicos contaminantes. Entre eles destacamos os materiais de limpeza e higiene, alimentos e, principalmente REMÉDIOS.
http://www.defensoria.org.br





